09 09UTC jun 09UTC AM
NOSSA TURMA NO ENDURO - PARTE 01
Oi amigos,
neste ano de 2008, por diversas razões tivemos que adiar para o segundo semestre a nossa participação nas provas de enduro do Campeonato Paulista. Uma das razões (não a única) foi a divisão dos campeonatos de velocidade livre e velocidade limitada, significando que onde antes eu conseguia dividir um frete único para cinco cavalos, agora seriam duas viagens distintas para dois ou três cavalos cada. Façam as contas. Desde já fica aqui registrado meu voto para que o campeonato volte a ser como era.
Enquanto estamos nos preparando para o retorno às trilhas, segue para vocês o relatório das aventuras da equipe do Manège Capela no enduro de Santo Antônio do Pinhal, em agosto de 2007. Lendo o texto, até eu fiquei com saudade!! Curtam nossos sucessos e aceitem nossos fracassos com bom humor, que foi o que nós fizemos.
Aliás - ainda há vagas na equipe, para candidatos a endurista que se animarem! Escrevam pra gente!
Abraços, boa semana,
Claudia
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ALTOS E BAIXOS NA SERRA, NA SELA E FORA DELA!
A equipe do Manège Capela experimenta as dores do crescimento e os desafios das montanhas durante o enduro eqüestre de Santo Antônio do Pinhal.
Não sei se a causa principal foi a mística de Campos do Jordão, ou a gentil divulgação dada ao nosso relatório sobre o enduro de junho - mas para a prova de Santo Antônio do Pinhal, III Etapa do Campeonato Paulista e Campeonato Brasileiro de Regularidade, utilizamos todos os cavalos disponíveis do Manège Capela. Estávamos até com cavalos a menos! Após treinos, experimentos e deliberações, nosso grupo de Graduados (40 km) ficou assim:
Dupla:
• Cornelia / Sete de Ouros; Ricardo / Vênus
Adulto:
• Daniela / Fayad
• Alexandre / Sabiá (estreante, aluno do Aurélio, do Centro Eqüestre Bom caminho, em Ibiúna)
• Rolando / Corisco (estreante)
PP:
• Martin / Zacarias (nosso amigo carioca, experiente na regularidade mas estreante no enduro de placas, com o meu PSI estreante no enduro)[
… e na Livre 1 Estrela, eu estrearia o Lasar, cruza árabe veterano de longas cavalgadas e galopes infindáveis, que carinhosamente apelidei de formiga atômica.
Com respectivas respectivas famílias, cônjuges, filhos, namoradas/os, amigos, e demais agregados, todos devidamente uniformizados, conseguimos colocar umas vinte camisetas do Manège Capela circulando pelo evento.

Preparativos: tomem suas marcas…
Passei o mês de julho com compromissos profissionais diversos – traduzindo um curso de working cow horse no Projeto Doma, dando uma clínica de salto na Desempenho, julgando a Equitação de Trabalho em Itapira. Tudo muito bom, não fosse o fato de que o cronograma de trabalho da tropinha de enduro estivesse a um passo do colapso! Restava-me o consolo de que a tropa de 40 km estava no ponto, e 60 km… bem, 60 km era só eu mesma, e eu faria pra terminar, terminar é vencer, paciência, né?!
Na última semana de preparativos, contamos com a ajuda do Ronnan, um jovem amigo vindo de Lavras, MG, para fazer um estágio cuja ênfase era para ser em adestramento e salto. Mas não foi difícil convencê-lo a se interessar pelo enduro, mesmo porque ele é estudante de educação física e triatleta amador!
Fazia algum tempo que eu não viajava com sete cavalos, e ainda que a tropa embarcasse com tranqüilidade, para carregar a montanha de tralhas foi coisa de hora de meia! A viagem serra acima transcorreu sem imprevistos, e na tarde seguinte, sexta-feira, já familiarizávamos os cavalos com as trilhas, bem mais acidentadas do que em casa. Também nos adaptávamos à algo estranha logística do local do evento, onde os caminhões (e os equipamentos) estavam estacionados a uns quatrocentros metros das cocheiras.
À noitinha, nossa equipe se renuiu, completa pela primeira vez. Definimos estratégias e dividimos os seis conjuntos de sábado em grupos de três, que largariam com quinze minutos de intervalo entre si, pois nos vet-checks contávamos apenas com Geraldo, Ronnan e eu mesma como mão-de-obra especializada.
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(continua no post seguinte!!!) -
criado por leschonski
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