CAVALOS ENTUSIASMADOS

Textos, fotos e filosofanças de Claudia e amigos sobre o mundo dos cavalos, e os mundos aos quais o cavalo nos leva.

16 16UTC jun 16UTC PM

CORRENDO ATRÁS DO SONHO

 

Tenho uma longa relação com o Clube Hípico de Santo Amaro (São Paulo – SP). Lá trabalhei entre 1993 e 1994, e os contatos que firmei, o aprendizado que tive durante este período, consolideram a maior parte de meu futuro – não apenas profissional, mas também pessoal, pois para mim (e creio que para muita gente do ramo…) as duas áreas tendem a se sobrepor.

 

 O novo picadeiro coberto do CHSA: Primeiro Mundo!

Levei alunos ao “Clube” para provas de salto, lá fiquei com a equipe do CCE às vésperas da viagem para Atlanta (1996) e lá também me reuni à equipe que estava de partida para Hong Kong, 12 anos depois. Em Santo Amaro assisti a cursos e campeonatos, trabalhei como juíza e até coordenei as apresentações da raça Campolina durante uma feira equestre - creio que foi uma das raríssimas vezes desde a fundação do Clube em 1935 em que a magnífica e sacrossanta pista de grama foi liberada para passeios a cavalo por visitantes! Apenas, curiosamente, nunca competi eu mesma nas pistas do CHSA.

 

No Clube, tempo e espaço têm significado diferente

do resto de Sampa… 

 

 

Em meados de maio agora tive o prazer de levar a turma dos alunos de gestão em equinocultura para uma visita de campo ao Clube. Saímos de Sorocaba bem cedinho numa manhã de sábado, que já havia começado em alto astral porque, por coincidência, era também meu aniversário. A turma compareceu em peso apesar de ser “ponto facultativo”, e apenas um carro se perdeu no caminho. (Este grupo aprendeu que, em São Paulo, dizer “Hípica” se refere à Sociedade Hípica Paulista, enquanto que Santo Amaro é conhecido por “Clube”.)

 

Alunos da UNISO / UC em visita de campo: olhares atentos!

 

Visitamos as cocheiras, os picadeiros cobertos novo e velho, a vila hípica, a veterinária, a ferradoria, os escritórios da administração… tudo enfim. Mesmo para quem conhece, é sempre uma infra-estrutura impressionante, abrigando quatrocentos cavalos no que há setenta anos foi  uma fazenda, mas hoje é coração de Sampa. Fiquei especialmente contente de ver que já existem piquetes individuais para soltura, tornando a vida dos cavalos estabulados em Santo Amaro um tanto mais divertida do ponto de vista equino. Há quinze ou mesmo dez anos, estes piquetes seriam, talvez, impensáveis.

 

 

 

 Quero aproveitar para alguns agradecimentos:

 

  • à turma de alunos pelo comparecimento, pelo interesse e pelas boas maneiras durante a visita. Vocês são o meu orgulho! J
  • à Diretoria do CHSA e demais tomadores de decisão que possibilitaram a  nossa visita, concordando com a proposta de maneira instantânea e sem nenhum requisito burocrático.
  • ao colega Eduardo, atual Gerente Geral do Clube, que nos dedicou uma manhã inteira em pleno sábado de Campeonato Paulista, ciceroneando o grupo e respondendo a perguntas, sempre paciente e didático.
  • à coordenadoria do curso de gestão, especialmente aos colegas Aluísio e Décio, que encorajam toda iniciativa de “ampliar o horizonte profissional” de nossos futuros gestores.

 

O título do post foi inspirado nesta imagem que um dos rapazes do curso nos enviou. Quem é, de fato,  do cavalo já sabe – sonhar é bom, mas bom mesmo é correr atrás do sonho.

 

 

No balanço geral, desde o bolo de chocolate no café da manhã (cortesia dos alunos…), foi um aniversário divertido e diferente. Enquanto “nossos” jovens profissionais do cavalo continuarem a exercitar tais níveis de entusiasmo, o futuro da equinocultura brasileira está assegurado.

 

Abraços,

 

Claudia

 

P.S.: Algumas semanas depois, a galera novamente brilhou no      concurso de fantasias para cavalos  com que encerramos o semestre letivo. De novo, cheguei a me comover com o grau de aceitação que a proposta teve, e creio que todos sentimos que foi um dos pontos altos do semestre – e juro que os cavalos entraram no espírito da coisa, como as fotos podem atestar. “Hora de brincar, brincar; hora de trabalhar, trabalhar” poderia bem ser o lema desta turma.

 

O grande chefe Alex No Socks, a valente Mona Lisa e sua comitiva…

 

 Zacarias sentindo-se “no centro do palco” em seu

dia de Pequeno Pônei!

 Alguns dos finalistas: gaúchos, índios e tropeiros…

…pois como sabemos, a diferença está nos pequenos detalhes!

 

criado por leschonski    18:05 — Arquivado em: Sem categoria

01 01UTC jun 01UTC PM

URGENTE – CAVALOS DESAPARECIDOS – URGENTE!!!!

 

 

URGENTE – CAVALOS DESAPARECIDOS – URGENTE!!!!

 

Caros amigos,

 

Este post é para pedir sua ajuda para localizarmos dois cavalos que desapareceram da propriedade de nossa amiga Jackie Fonseca, no distrito de Parelheiros (São Paulo – SP), na madrugada entre 28 e 29 de maio, semana passada (de quinta para sexta-feira).

 

Depois de vários dias de busca nas redondezas, agora a Jackie está ampliando o raio de busca. Temos que pensar em venda para frigorífico, comerciantes intermediários, etc. Os cavalos tanto podem estar muito perto como a centenas de quilômetros de distância da origem.

 

O Rusty nasceu e foi criado sob minha responsabilidade, ainda no Centro Hípico Person. Tem 13 anos, é castrado, aprox. 1,56 de altura, e é rosilho. Sendo filho de anglo-árabe com égua mestiça crioula, se caracteriza pela cabeça bonita e corpo muito forte. Crina raspada.

 

 

RUSTY - DESAPARECEU DO SÍTIO EM PARELHEIROS, NOITE DE 28.05.09

 

O Zanon é um BH registrado, castanho de frente aberta irregular, castrado, 13 anos, aprox. 1,65 de altura. É filho de Landritter e tem a “cara típica” desta linhagem. Marca a ferro do BH.

 

 

ZANON - DESAPARECEU DO SÍTIO EM PARELHEIROS, NOITE DE 28.05.09

 

 

Ambos são mansos e amistosos com pessoas.

 

Quem me deu o alarme foi a Susanne Wittmann, grande amiga nossa. A Jackie e sua família (em especial os filhos Pedro, Paulo e Eva) estão entre os membros mais antigos da ABHIR, e são muito queridos de toda a comunidade equestre de nossa região.

 

Estou mencionando tudo isso para vocês verem que tenho envolvimento emocional com estes cavalos e suas pessoas, e também para enfatizar que não se trata de spam nem lenda urbana. Em nome da Susi, da Jackie, das famílias e dos cavalos, solicito que façam o que estiver ao seu alcance para nos ajudar a encontrar estes cavalos ou mandar dicas que nos levem até eles.

 

Tomo a liberdade de enviar aos amigos de outros estados, para que por sua vez possam encaminhar este e-mail à sua lista de contatos. Caso alguém tenha contato com os abatedouros de cavalos, ou os transportadores dos mesmos, e possa transmitir fotos ou descrição dos animais, também agradecemos.

 

Obrigada, Deus lhes pague,


Claudia

 

Claudia: 11 9934 6554

               15 8139 3715

 

Susi: 11 9575 2307

         11 4661 3740

 

Jackie: 11 5978 6182

             11 9994 1569

 

                

 

ZANON                                                                   

RUSTY

 

 

 

 

 

criado por leschonski    12:59 — Arquivado em: Sem categoria
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